Dolly Parton morreu aos 80 anos nesta terça-feira (25), em Nashville, no Tennessee. O anúncio foi feito por um de seus sobrinhos, e a causa da morte ainda não foi divulgada.
A cantora vinha enfrentando problemas de saúde nos últimos meses e havia reduzido sua agenda de compromissos. A notícia marca a despedida de uma das figuras mais reconhecidas da música country, além de compositora, atriz e empresária.
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Ver oferta na AmazonO comunicado foi publicado em vídeo no Instagram por Brian Seaver, sobrinho de Dolly, que afirmou estar falando em nome das famílias Parton e Owens. Ele também disse que a própria artista havia pedido anos atrás que ele fosse o responsável por comunicar sua morte ao público.
Na mensagem, Seaver destacou que a família sentia o peso do momento, mas reforçou a fé que cercava a trajetória da artista. A morte de Dolly aconteceu poucos dias depois de ela falar à revista People sobre seu estado de saúde e dizer que ainda tinha projetos que queria realizar.
Dolly Rebecca Parton Dean nasceu em 19 de janeiro de 1946, em Locust Ridge, no Tennessee. Ela era a quarta de 12 filhos de uma família pobre e começou a cantar ainda criança, antes de chegar a Nashville e se firmar como um dos nomes mais importantes da música country.
Ao longo da carreira, assinou músicas que ultrapassaram o gênero e viraram clássicos da música americana. Entre os maiores destaques estão “Jolene”, “9 to 5” e “I Will Always Love You”, faixa lançada por ela em 1973 e depois eternizada mundialmente na voz de Whitney Houston, em 1992, na trilha de O Guarda-Costas.
Além da música, Dolly também construiu uma carreira no cinema e na TV. Ela atuou em Como Eliminar Seu Chefe, Flores de Aço e em outros projetos que ajudaram a ampliar sua presença para além do country.
Na indústria musical, Dolly acumulou sete vitórias competitivas no Grammy e recebeu o Grammy Lifetime Achievement Award em 2011. Seu nome também entrou para o Rock & Roll Hall of Fame, consolidando uma trajetória que atravessou gerações.
A artista foi casada por quase 60 anos com Carl Thomas Dean, que morreu em 3 de março de 2025, aos 82 anos. Os dois se casaram em maio de 1966, quando Dolly tinha 20 anos. Depois da morte do marido, ela chegou a lançar If You Hadn’t Been There em homenagem ao relacionamento dos dois.
Na prática, a morte de Dolly Parton encerra uma carreira que foi muito além dos hits. Ela virou símbolo de autoria, presença de palco e longevidade artística, com influência que alcançou música, cinema e cultura pop.










