A Microsoft promoveu o maior corte de pessoal já visto no Xbox, retirando 3.200 funcionários da divisão de games em 2026, com impacto direto na Bethesda e seus estúdios afiliados. Essa reestruturação drástica sinaliza mudanças profundas no futuro de várias franquias, principalmente The Elder Scrolls 6.
Entre os afetados, a Bethesda Game Studios teve mais de 50 funcionários demitidos, incluindo veteranos que participam do desenvolvimento de The Elder Scrolls 6. Isso levanta preocupações reais sobre atrasos e pressão adicional na equipe remanescente, que pode enfrentar períodos de crunch e a necessidade de contratar mão de obra terceirizada.
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Ver oferta na AmazonA mudança na estratégia anunciada pela chefe da Bethesda, Jill Braff, retira o foco dos roadmaps individuais de cada estúdio para concentrar esforços nas franquias mais fortes: The Elder Scrolls, Fallout e Halo. Ao mesmo tempo, títulos como Starfield e sequências como a de Indiana Jones ficam em uma posição incerta. A Arkane Lyon, responsável por projetos como o game do Marvel’s Blade, pode até ser vendida ou fechada.
O desenvolvimento de The Elder Scrolls 6 tem sido um dos mais misteriosos da indústria, anunciado há cerca de oito anos, com lançamento estimado para daqui a pelo menos dois anos. A perda de profissionais-chave coloca em risco a qualidade e o cronograma esperado. Além disso, equipes da ZeniMax Online Studios, que também sofreu cortes severos, podem ser deslocadas para suprir lacunas no projeto, o que gera insegurança interna.
O sindicato OneBGS organizou uma manifestação chamada Save Our Devs para exigir melhores condições e pacotes para os demitidos, destacando a tensão crescente entre funcionários e a liderança do Xbox. Essa situação expõe um ciclo crítico enfrentado por grandes estúdios, onde cortes financeiros assustam times e atrasam lançamentos altamente aguardados.
Na prática, fãs devem se preparar para atrasos e possíveis alterações no escopo de The Elder Scrolls 6. A prioridade do Xbox em focar nas franquias mais lucrativas indica que alguns projetos podem ser deixados de lado ou reavaliados, o que afeta a diversidade do portfólio da Bethesda.
Além disso, o risco de crunch aponta para uma experiência de produção desgastante, que pode refletir no resultado final do jogo. Por outro lado, a nova estratégia tenta garantir a sustentabilidade das franquias mais importantes, ainda que com um custo humano alto.
A Microsoft e a Bethesda mantêm silêncio sobre os detalhes dessas mudanças no cronograma e no futuro dos projetos específicos, como Indiana Jones ou Marvel’s Blade. Também não está claro como a redistribuição de equipes vai acontecer e como isso afetará a cultura interna dos estúdios diante da pressão por resultados.
Quem acompanha de perto deve monitorar as próximas atualizações, especialmente sobre a data real de lançamento de The Elder Scrolls 6 e confirmacões sobre outros títulos em desenvolvimento. O que está certo é que essa reestruturação marca um ponto de inflexão para a divisão de jogos da Microsoft e sua relação com as franquias da Bethesda.










