Lee Sang-hyeok, o Faker, ícone máximo do esports e seis vezes campeão mundial de League of Legends, agora faz parte da polícia honorária da Coreia do Sul com a missão de combater jogos de azar online. Essa mudança acontece cerca de um ano depois da Riot Games aceitar patrocínios relacionados a apostas para o seu clássico MOBA.
Faker é conhecido como o “Unkillable Demon King” e tem um legado impressionante que inclui três títulos mundiais seguidos de 2023 a 2025, além de reconhecimento internacional, como listagem na lista das pessoas mais influentes do esporte pela revista Time em 2026.
Podemos receber comissão pela compra, sem custo extra para você.
Grand Theft Auto VI - PlayStation 5
Preço e estoque podem mudar rápido. Confira na Amazon a oferta atual e veja se ainda está disponível.
Ver oferta na Amazon
O anúncio oficial coloca Faker como um embaixador para prevenção ao jogo de azar cibernético. Na prática, isso significa que ele ajudará a promover campanhas educativas e a conscientizar a comunidade gamer sobre os riscos e consequências dos jogos de apostas online, prática que preocupa autoridades por sua disseminação e impactos sociais.
Essa função de policial honorário não altera sua carreira como jogador profissional, mas reforça a imagem pública de Faker e sua influência na sociedade coreana, especialmente entre os jovens. É uma estratégia inteligente, visto que ele é uma das figuras mais respeitadas dentro e fora do cenário competitivo do LoL.
A Riot Games tem adotado uma postura mais aberta quanto às parcerias de apostas, que dividem opiniões no mundo do esports. Enquanto algumas ligas aceitam e até promovem esse tipo de patrocínio, outras tentam frear o avanço dos jogos de azar e suas consequências negativas.
A presença de Faker nessa luta é significativa porque traz peso e credibilidade para a campanha de prevenção. Ele não é apenas uma celebridade do game, mas um ícone cultural reconhecido internacionalmente cujo apoio pode influenciar a mentalidade da comunidade e até incentivar regulações mais rigorosas.
Para os fãs de League of Legends e do esports em geral, essa novidade mostra que os players de elite estão cada vez mais atentos às questões sociais que tangem o mundo digital, reafirmando sua relevância para além das competições.
Apesar da confirmação do papel de Faker na polícia honorária, detalhes sobre as ações concretas que ele conduzirá, o alcance das campanhas e o envolvimento da Riot Games nesse projeto ainda não foram divulgados.
Ficará interessante observar se essa atuação trará mudanças práticas para o cenário coreano e possivelmente inspirará outras regiões a promoverem ações semelhantes para proteger jogadores e combater o jogo de azar online.










