The Adventures of Elliot The Millennium Tales, novo RPG de ação HD-2D da Square Enix.
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales já está disponível para Switch 2, PS5, Xbox Series X|S e PC.

The Adventures of Elliot: The Millennium Tales já está disponível com demo gratuita e visual HD-2D

The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, novo RPG de ação da Square Enix e do Team Asano, já está disponível para Switch 2, PS5, Xbox Series X|S e PC, com demo gratuita e save transferível.

A Square Enix lançou hoje The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, novo RPG de ação do Team Asano, o mesmo grupo associado a jogos como Octopath Traveler e Bravely Default.

O jogo já está disponível para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam e Xbox no PC. E tem um detalhe importante para quem está curioso, mas ainda não quer comprar no escuro: uma demo gratuita também foi liberada em todas as plataformas, com direito a transferência do save para o jogo completo.

Ou seja, dá para testar a aventura, sentir o combate, explorar um pedaço de Philabieldia e depois continuar de onde parou caso decida embarcar de vez.

Em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, os jogadores acompanham Elliot e Faie em uma jornada através de quatro eras diferentes. A dupla atravessa o mundo de Philabieldia, enfrentando hordas de inimigos, explorando cavernas escondidas e investigando ruínas antigas em uma aventura que mistura fantasia, ação e aquele visual HD-2D que a Square Enix transformou praticamente em assinatura.

O estilo visual é um dos grandes chamarizes do jogo. Quem já jogou Octopath Traveler, Triangle Strategy ou Live A Live sabe bem o impacto dessa estética: personagens em pixel art, cenários cheios de profundidade, iluminação moderna e uma cara retrô que não parece velha — parece feita com carinho.

Elliot pode usar sete tipos diferentes de armas ao longo da aventura. A lista vai de espadas para combate corpo a corpo até correntes e foices, que permitem puxar inimigos e variar bastante o ritmo das batalhas. Cada arma também pode ser personalizada com magicite, um sistema que deixa o jogador ajustar o estilo de combate de acordo com sua preferência.

Faie, por sua vez, não é só uma companheira de viagem bonitinha para fazer comentário no meio da exploração. A magia dela tem papel importante tanto nas batalhas quanto fora delas. Ela pode atacar inimigos, alcançar itens que Elliot não conseguiria pegar sozinho e ajudar na exploração do mundo.

A proposta parece mirar diretamente naquele público que gosta de RPG clássico, mas não quer necessariamente ficar preso a menus e combate por turno. Aqui a pegada é mais ativa, com movimentação em tempo real, armas variadas e exploração constante.

Outro ponto interessante é que a Square Enix também está investindo na divulgação fora do digital. Para celebrar o lançamento, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales aparece em ativações no Philadelphia International Airport, nos Estados Unidos, incluindo pontes de embarque, esteiras de bagagem e quiosques digitais espalhados pela Filadélfia até 12 de julho. A campanha incentiva os jogadores a compartilharem fotos usando a hashtag #Philabieldia.

É uma ação curiosa, mas combina com o tema do jogo. Afinal, se a ideia é vender uma grande jornada, nada mais justo do que colocar o jogo literalmente em um aeroporto.

A Square Enix também divulgou o trailer de lançamento e o primeiro episódio de The Making of The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, série de bastidores sobre a criação do jogo. O segundo episódio, focado na trilha sonora composta por Yuto Moritani e Tomohiro Nakamichi, será lançado em 19 de junho.

The Making of The Adventures of Elliot The Millennium Tales, vídeo de bastidores da Square Enix.
A Square Enix também iniciou uma série de bastidores sobre a criação de The Adventures of Elliot.

No Brasil, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales recebeu classificação indicativa para maiores de 12 anos pelo sistema Classind.

Para quem gosta de RPG de ação, fantasia e jogos com visual caprichado, esse é um lançamento para ficar de olho. Pode não ter o peso de uma franquia gigantesca no nome, mas carrega aquela energia de “jogo novo da Square Enix que pode virar queridinho de muita gente”.

E convenhamos: visual HD-2D, viagem no tempo, armas personalizáveis e demo com save transferível já são bons argumentos para dar pelo menos uma testada.

Fontes

Fundador do Bandas de Garagem, projeto que marcou a cena independente no Brasil. Apaixonado por games e cultura digital desde os anos 80, vive conectando música, tecnologia e boas ideias que viram projetos.